Instituto Florence tem trabalho premiado no X Simpósio Nordestino de Etnobiologia, na Paraíba

No período de 22 a 26 de abril, foi realizado na cidade de João Pessoa- Paraíba, o X Simpósio Nordestino de Etnobiologia e Etnoecologia, onde o Grupo de Pesquisa em Etnofarmacologia do Instituto Florence de Ensino Superior, coordenado pelo Profº Dr. Luciano Mamede, obteve três trabalhos aprovados, sendo estes: “Etnobiologia do uso da Cannabis sativa L. em São Luis-MA”; “Alternativas Etnofarmacológicas para o tratamento da obesidade: possibilidade de novos fitoterápicos” e “Etnofarmacologia de Hibiscus sabdariffa L. utilizado no tratamento de obesidade”.

Foram mais de 80 trabalhos apresentados no formato de banner e a pesquisa intitulada “Etnofarmacologia de Hibiscus sabdariffa L. utilizado no tratamento de obesidade”, de autoria das estudantes Rafaella Lohanna Penha da Costa e Aline Campelo Ferreira, alunas do 7° período do Curso de Farmácia e Larissa Lima Santos, farmacêutica egressa do Instituto Florence, sob orientação do Profº Dr. Luciano Mamede de Freitas Junior, e em parceria com o Laboratório de Estudos Botânicos da UFMA, coordenado pelo Profº Dr. Eduardo Bezerra de Almeida Jr., foi premiado em 3º lugar na modalidade banner. O Instituto Florence foi a única faculdade particular que apresentou trabalhos científicos no evento, concorrendo com universidades públicas federais e estaduais de todo o Brasil.

“A gente desenvolveu um resumo junto ao professor Luciano Mamede, que foi orientador da Larissa Lima, e o submetemos para o 10° Simpósio Nordestino de Etnobiologia e Etnobotânica, onde o nível estava bem alto. Fui representando o Florence, e a hora da apresentação foi magnifica, eu era a única aluna da rede privada, todos os outros eram da rede pública, eu me surpreendi, mas não me deixei abater. O mais legal do nosso trabalho é que a gente saiu da sala de aula, da nossa vivência, para a  prática”. Declarou a aluna Aline Campelo, que ainda falou sobre o projeto premiado, o apoio e a contribuição do Florence. “O projeto que apresentei foi o da Cannabis, um estudo Etnobiológico, que retrata e Etnobiologia aqui em São Luís a respeito do uso da Cannabis.  Esse trabalho engloba realmente uso da Cannabis para saber como se dá a aplicação e os resultados. O Florence contribuiu financeiramente, porque já estávamos desanimados para ir, perdendo a esperança,  pois estava muito caro, não tínhamos como ir, e o Florence deu essa contribuição. Conseguimos comprar passagem, hospedagem e literalmente foi uma oportunidade única. o professor Luciano Mamede realiza um projeto aqui de Etnobotânica na faculdade e ele abriu as portas, para estarmos envolvidos nos projetos dele, e isso literalmente, foi resultado do projeto dele. Aprendemos que precisamos nos reinventar, reinventar um novo perfil pesquisador, e os professores nos incentivam para a área da pesquisa, que está crescendo muito no Florence. Quando eu cheguei lá as pessoas perguntavam onde eu estudava, as pessoas têm a tendência de achar que não existe pesquisa em  faculdades privadas, e o Florence vem com esse incentivo por meio da pesquisa do professor”.

O grupo de pesquisa em Etnofarmacologia atualmente envolve alunos doas Cursos de Farmácia e Enfermagem do Instituto Florence com a proposta de atuar nos estudos sobre o uso das plantas com finalidade medicinal, alimentícia, entre outras.

“Isso é muito importante, porque faz parte do tripé ensino-pesquisa-extensão, é a continuação do conhecimento que o aluno vem adquirindo em sala de aula, e a gente tem procurado passar isso para eles no intuito de que eles desenvolvam esses conhecimentos  para  que futuramente  adotem, não só a pesquisa e em  programa de mestrado e doutorado, mas também no âmbito do empreendedorismo. Então, para os alunos é importante que eles ultrapassem a barreira da sala de aula e demonstrem isso em eventos e também como resposta para a sociedade. Para a gente foi um orgulho, que seja o primeiro de muitos. A proposta do Instituto Florence é proporcionar ao aluno a oportunidade de aprimorar sua formação acadêmica desenvolvendo também atividades de pesquisa. Foi o primeiro evento na área que participamos e foi uma grata surpresa essa premiação. Esperamos avançar muito mais, contando sempre com o apoio do Florence e parcerias importantes como a que temos com o Herbário do Maranhão da UFMA”. Afirmou o professor Luciano Mamede.