O Encontro Pedagógico de 2019.2 do Instituto Florence discutiu: “A Formação Focada em Competências”

O Instituto Florence de Ensino Superior, por meio da Coordenação de Apoio Pedagógico aos Docentes e Discentes – CAP, em parceria com a Direção Acadêmica e Coordenações de Cursos, promoveu o Encontro Pedagógico do ano letivo de 2019.2, onde discutiu “A Formação Focada em Competências”.

Em meio às boas-vindas ao corpo docente ocorreu uma mesa redonda, com o tema em destaque, tendo a participação dos professores Luiz Fernando Ramos Ferreira, representando o Conselho Federal de Farmácia; Saulo André de Lima Andrade, Presidente do Sindicato dos Cirurgiões Dentistas do MA; Miguel Ribeiro Pereira, Procurador do Estado do Maranhão e como mediadora da mesa, Ana Maria Marques, Professora e Coordenadora de Relacionamento Institucional do Florence.

Foram realizadas ainda, oficinas sobre Metodologia Ativa e reuniões por curso – Enfermagem, Farmácia, Odontologia, Nutrição, Biomedicina, Estética, Fisioterapia, Direito e Ciências Contábeis.

“Nós resolvemos mais uma vez concentrar os nossos esforços na discussão sobre a formação focada em competências, com a proposta da mesa redonda. Foi muito interessante, pois conseguimos reunir professores-expositores com excelentes representações sociais e acadêmicas. Eles estão atentos ao cenário mercadológico, assim como estão atentos à perspectiva acadêmica, aos imperativos ou sugestões do MEC. Conseguiram transitar muito bem por tais horizontes. Trouxeram um discurso lógico que nos fez refletir e confirmar que a educação superior não tem apenas o objetivo de informar o conteúdo historicamente acumulado pela humanidade, mas precisa possibilitar ao discente o aprender a aprender fazendo, o desenvolvimento de atitude e autonomia, de inteligência emocional em situações concretas.” Explicou a professora Alexsandra Barros, coordenadora da CAP.

Cabe destacar que após a última reforma da educação brasileira, no final dos anos de 1990 e início dos anos 2000, houve o surgimento de um modelo educativo, que teve a sua aplicação iniciada na Educação Básica – a formação por competências. Hoje, observamos a extensão de tal sistematização na Educação Superior. Assim, tem-se que a educação superior, científica e técnica, passa também a ser a educação que valoriza outros tipos de inteligências, inclusive a emocional.

As competências ou policompetências estão definidas em Ditetrizes Curriculares e Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos, com vista à construção do perfil do egresso que atenda ao mundo do trabalho e às suas peculiaridades regionais.

O Florence tem a vanguarda do trabalho por competências, tendo iniciado suas atividades com as metodologias ativas desde 2018.1, quando fundou o seu laboratório de Metodologia Ativa.